Postagem informativa sobre a Editora Hanabi

Boa noite, alguns de vocês devem estar achando estranho este título e pensando que eu aderi ao “movimento” de blogs que postam notícias, mas não é bem isso. Apesar de ser uma novidade, estou aqui para apresentar a vocês um projeto pessoal. Sim, eu abri uma editora, como podem ver.

Para que não me conhece me chamo Raphael de Almeida Nogueira da Gama, 26 anos, Brasiliense, e nunca imaginei ser capaz de abrir um negócio dessa escala até alguns anos atrás. Parem, eu já tinha o sonho de criar uma editora ou, no mínimo, abrir uma loja, só que me faltava experiência. Então que cerca de 2 anos atrás eu resolvi voltar a essa ideia antiga e juntamente do meu amigo Silvio passamos todo esse tempo pesquisando como fazer a editora acontecer, até que recente conseguimos formalizar tudo com o governo.

E por isso hoje tenho orgulho de dizer que sou o dono do mais novo grupo editorial do Brasil e tenho ao meu lado excelentes funcionários que vão dar o máximo para que possamos trazer até vocês conteúdo de qualidade, preço acessível e com inovação como uma meta a ser seguida.

Sim, inovação, pois nosso foco inicial será a distribuição virtual de quadrinhos. Escolhemos este modelo pois é algo ainda pouco explorado e de custo reduzido, tanto para nós, quanto para nossos consumidores.

Nosso site ainda está em construção e os títulos em processo de negociação. O que me deixou em uma situação um pouco desconfortável, pois necessitamos efetuar a divulgação de um formulário para podermos agilizar alguns procedimentos com nossos contatos internacionais, e certos sites se recusaram a divulgá-lo.

Por sorte outros sites como o Netoin, Elfen Lied Brasil e Mangás Undergrounds concordaram em me ajudar a distribui-lo, o qual pode ser conferido no seguinte link:

https://docs.google.com/forms/d/1mXeILG-GJFobtnzwgi81ryDvC1I3L018N-bo3R2o2bk/viewform

Peço, que quem puder responda-o e divulgue-o, pois é algo de suma importância para que nós da Hanabi possamos melhor atender a vocês, nossos futuros clientes.

Como já mencionei, teremos um preço diferenciado se comparado as outras editoras nacionais. Não teremos, de começo, capa dura ou cheiro de “livro” novo, mas em compensação o mangá se tornará algo mais acessível.

Agora você pode baixar o seu quadrinho favorito de maneira legal, com qualidade profissional e um preço justo, tanto através de seu computador pessoal como utilizando aparelhemos portáteis tais como celulares e tablets, independente de estes serem Android ou IOS.

Único porem e que ainda não se pode ler os HQs diretamente no site. Escolhemos disponibilizar o conteúdo primeiramente através de download pois a criação do leitor ainda vai demorar um tempo.

Bem, é isso, uma breve apresentação minha e da Hanabi. Espero que tenham gostado da ideia e se preparem pois quanto menos esperar talvez aquele seu mangá favorito de as caras na Editora Hanabi.

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Sobre Zigfrid

Administrador e redator do blog Mangatom. Viciado em games, amante incondicional de quadrinhos e cinéfilo enrustido.

Publicado em 26/04/2014, em Uncategorized e marcado como , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 45 Comentários.

  1. Parabéns pela iniciativa!
    O que for preciso para divulgar essa empreitada e dar feedback pode contar comigo.
    Já respondi o questionário e torço para que venham mangás e comics com uma qualidade coerente com o preço.
    Tenho apenas uma dúvida, como você irá conseguir lidar com as complicações de licenciamento que os japoneses põem frequentemente?

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    • Já estou resolvendo isso, tanto que terei uma reunião com uma editora próximo mês.

      Mas no caso, se refere a quais complicações?

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      • É mais em relação ao preço mesmo, vendo a diferença de qualidade entre mangas e HQs do mesmo preço, como em alguns podcasts que ouvi de mercado brasileiro, mas que bom que as negociações já estão sendo feitas, vou estar no aguardo da estréia da editora e das obras lançadas. Já respondi o questionário e coloquei lá boleto como opção de pagamento, para facilitar para o público adolescente que não tem cartão de crédito ainda.

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    • Acredito que a diferença de qualidade muitas vezes se da pois cada obra possui uma equipe diferente por traz da tradução, edição e revisão, além e claro de gráficas e critérios diferentes que são seguidos por cada editora.

      Quanto ao pagamento pode ficar tranquilo, pretendemos dar o maior número de opções possível. Estamos inclusive estudando a possibilidade de criar um sistema de credito, como já deve ter visto no formulário.

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  2. passando pelo Elfen Lied, aproveitei para responder os questionarios , deixei minha opinião e preferencias, só esqueci de falar que seria interessante sempre manter contato com o leitor acho isso essencial para o futuro da editora. vou acompanhar daqui para frente para ver como que realmente vai ser, espero que de certo

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    • Obrigado, Acacio.

      Também acredito que este é o melhor caminho a ser seguido, afinal devemos sempre escutar os leitores para tentar levar até os mesmos um serviço de qualidade.

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  3. Boa Tarde, pessoal.
    Mais uma vez, parabéns pela iniciativa, eu realmente aprecio pessoas criativas como vocês.
    Me informaram para trocar ideias por aqui, logo, eu vou direto ao ponto que acho que deveria ser de vossa maior atenção (principalmente porque não existem muitas Editoras que publicam livros japoneses no Brasil (ao menos, não aqueles destinados ao publico jovem, de 15 à 24 anos), em especial, nunca vi uma “Light Novel” sendo publicada (além daquele spin-off de Death Note escrito pelo Isin), falando mais especificadamente.

    Se vocês realmente estiverem dispostos a fazer um negocio de compras (mesmo que seja digital, mudando um pouco minha opinião nesse caso) online e/ou em edições encadernadas de Light Novels em especifico, eu até mesmo me candidataria como vosso tradutor (precisarei de mais alguns anos para realmente me fixar bem com o japonês ao ponto de traduzir livros, então, queria até perguntar por curiosidade para quando serão esses planejamentos (no caso dele realmente ser realizado).

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    • No caso dos livros ainda não temos nada planejado. Pretendemos iniciar a editora com os quadrinhos e mais pra frente investir em livros, porem achei interessante saber a opinião dos leitores quanto a isso o mais cedo possível.

      Se quiser se candidatar a tradutor pode estar a enviar o seu currículo para o seguinte e-mail editorahanabi@hotmail.com. Ficarei feliz de te chamar para prestar o teste assim que abrir novas vagas.

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      • O meu no caso seria danielpinheiromartins@hotmail.com.
        Eu não posso me candidatar sem ao menos ter meu diploma em Letras (curso de línguas ocidentais, para ser mais exato), por questões profissionais, afinal, não quero de forma alguma desaponta-los ou criar falsas expectativas.

        No caso, o que eu realmente teria interesse seria na tradução dos livros (light novels em geral), mas não porque eu não queira traduzir mangas, seria porque eu quero que as pessoas tenham mais interesse neles.

        No caso, eu vou deixar a candidataçao para depois, preferiria que voces me enviassem o e-mail quando precisarem de pessoal nessa area em especifico 😀

        Até a proxima!

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      • Correção:
        *candidatura*
        Comecei bem, que belo exemplo hahaha

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    • Nem se preocupe, todo mundo erra. Já anotei seu e-mail e vou enviar uma mensagem assim que tiver novas vagas e estivermos investindo em light novels.

      Boa sorte com a faculdade.

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  4. Lucas Macedo

    Queria que publicações de Light Novel fosse uma prioridade, acho mais interessante do que mangá…

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    • As light novels não virão de inicio pois já estamos negociando os mangas e ainda não sei se teríamos equipe para fazer os livros. Deixe a editora se firmar primeiro, e se tivermos sucesso pode ter certeza de que irei investir nesta área.

      Pelo que estou vendo através do formulário é quase certeza de publicarmos algo no futuro.

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  5. Primeiramente gostaria de parabenizar pela coragem da iniciativa, e desejar muita sorte!

    Já respondi o questionário, e repassei para alguns conhecidos que também já responderam. Sinceramente, posso imaginar o quanto vai ser difícil, mas espero muito que essa empreitada de certo.

    Feliz em saber que vocês pretendem se manter sempre em contato com seus leitores, acho isso super importe, até porque pra gente poder passar um feedback de volta pra vocês.

    O que me deixou em duvida, não sei se já tem alguma ideia de como vão fazer ou mesmo se podem responder, mas gostaria de saber como vai funcionar o sistema de valores.

    Como posso explicar… pra mim, o que vocês estão fazendo vai mudar totalmente a dinâmica e a logica desse mercado.

    Quando eu compro um mangá impresso estou pensando em coleciona-lo (não sei o quanto esse pensamente é valido para outras pessoas), mas mesmo entre os muitos quadrinhos publicados fisicamente hoje em dia que eu leio por meios “alternativos”, eu não compro pois não tenho interesse em colecionar.

    No entanto, eu pagaria por uma versão digital mais barata deles. Até pela facilidade. Costumo ler muito pelo celular, apesar da tela do meu aparelho não ser tão grande graças ao Perfect Viewer a leitura se torna bastante confortável. Poder ler em qualquer lugar é um grande avanço.

    Os scans fazem um ótimo trabalho, de fã para fã. Não tem como esperar qualidade profissional deles, a edição e a tradução são precárias, e baixar é um sacrifício.

    Um portal que reúna de maneira fácil (com um aplicativo para Smartfones com uma navegação simplificada e com download rápido, ou um bom leitor online) muitos títulos com um preço justo, pode até atrair gente que nem sabe o que é mangá.

    Cheguei a comentar no formulário que criar um portal similar ao Crunchyroll, pagar x pra ter acesso aos lançamentos, talvez fosse a melhor solução pra venda dos capítulos avulso.

    Não faço ideia do quanto seria viável, mas um sistema assim e que ao mesmo tempo venda os volumes fechados me parece o ideal.

    Espero que se tudo der certo para a Hanabi, num futuro não muito distante, títulos que não tem espaço no mercado atual possam chegar de forma oficial e em português pra gente, essa é minha maior esperança.

    Pode parecer um sonho, mas já que é pra sonhar melhor sonhar alto logo. Enfim, acabei falando um monte de coisas, e no resumo da balada toda o que eu quero saber é se vocês já tem alguma ideia de valor.

    Obrigado pela atenção desde já.

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    • Ainda não temos um valor fixo pois isso vai depender de uma serie de fatores, sendo o principal deles a negociação com os japoneses.

      O que posso lhe adiantar e o seguinte. Os valores serão mais baixos que o dos volumes físicos, isso é certeza.

      Quanto aos colecionadores, iremos fazer duas coisas para tentar agrada-los. A primeira, esta já sendo certeza, é de que iremos publicar volumes físicos de luxo caso o produto digital tenha boas vendas.

      A outra, que não sera implementada de inicio, é a criação de uma estante virtual similar a utilizada pela Apple. So não teremos a estante de inicio pois primeiro vamos lançar o site em um formato mais simples para ver como os consumidores reagem a ideia.

      Explicando de outra maneira, imagine que o site é um jogo. Primeiro ele sera lançado em Beta, ou seja, o mesmo sera 100% funcional, porem com a ajuda dos nossos leitores iremos aos poucos implementando o mesmo com novas funções ate atingirmos a versão final. Pois como já mencionei antes, nossa meta é a inovação.

      Quanto a leitura em aparelhos portáteis ela não se dará através de aplicativos, pelo menos não de início. O site da editora poderá ser acessado através de um navegador e o mesmo irá se ajustar ao formato da sua tela, assim tornando o acesso mais rápido.

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      • Hum… interessante. Espero que consigam se acertar nessa negociação, reitero meu desejo de boa sorte. Aliais, vou aproveitar pra tirar mais duas duvidas.

        No formulário tinha uma pergunta falando de formatos cbz, cbr e pdf, e agora você comentou sobre acessar o site da editora através do navegador. A ideia é disponibilizar os arquivos para download ou apenas sua visualização online?

        Um comentário daquele tamanho e eu ainda me esqueci de perguntar, mas, quanto a burocracia brasileiro, em se tratando de publicação online, foi muito complicado?

        Novamente, grato pela atenção.

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    • Inicialmente optamos por distribuir apenas por download. Não é que o site não terá um leitor, apenas que ele vai demorar um pouco mais para ser concluído. Ou seja, na versão final do site existira ambas as opções.

      Não, foi bem tranquila essa parte da burocracia.

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      • Entendi, obrigado pela resposta.

        Eu prefiro mesmo poder baixar o arquivo, porque assim posso ler mesmo se não estiver conectado, apesar das possíveis complicações. É um assunto complexo, mas não vou ficar tomando mais o seu tempo.

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    • Que isso, não esta tomando tempo nenhum. Fico é contente que queiram saber mais sobre a editora. ^^

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    • Acredito que mangas curtos sejam o ideal também.

      Respondendo aqui pois o WordPress não deixa responder a sua pergunta por ser a ultima.

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  6. Olá quero parabenizá-lo pela iniciativa. Vou responder o formulário ainda mas gostaria de expressar a minha vontade de ler mais mangás mas também quero conhecer HQ’s do continente africano, pois não sabemos muito a esse respeito.Por isso vou responder lá no questionário a opção de outros. Seria possível trabalhar também com esse mercado?

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    • Primeiro, obrigado Rodrigo.

      Se for algo de algum pais que fale inglês, francês ou português é possível, porem tenho de admitir que desconheço obras desta região. Teria de ser feita uma pesquisa a respeito.

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  7. Acabei de responder o formulário. O que achou da minha sugestão de HQ’s africanas?
    E dos títulos de mangás que sugeri? Vou colocá-los aqui para comentarem: Vampire Princess Miyu, Sanctuary de Sho Fumemura e Ryoichi Ikegami, Helter Skelter, Rivers Edge, Mugen no Juunin(blade of the immortal), Akira, Mai, Real de Takehiko Inoue, I”s de Masakazu Katsura e Onii-sama e… de Riyoko Ikeda.
    Espero que eu tenha ajudado e até mais.

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    • Bons títulos, devo dizer. Já li a maioria. No caso de Blade este já não foi lançado no Brasil? Agora me ficou esta dúvida.

      Infelizmente não posso prometer trazer nenhum desses. Não que estes não tenham chance, estou anotando cada título que foi indicado através do formulário. E so que eu não posso confirmar algo até ser feito um acordo com a editora encarregada do título.

      Sanctuary e Akira me parecem meio arriscados pois foram títulos previamente publicados no Brasil, até um certo ponto, e então cancelados. Ainda tenho de ver a lista inteira para saber qual a opinião geral sobe lançar títulos que foram cancelados no Brasil.

      Mas falando de forma mais pessoal, ambos são títulos que adoro, tanto que Akira e o único mangá que possuo importado e Sanctuary disputa lado a lado com Adolf o lugar de meu manga favorito. Se fosse apenas questão de gosto traria ambos sem pensar duas vezes.

      Quanto a Helter Skelter e Rivers Edge, ambos manga curtos, e que também já li. Adoro a temática deles. Seria algo certo de se tentar trazer se não fosse o traço do autor.

      Real e I’ss são ótimos e acredito que tem chance de vender. Mai, se for o que estou pensando, possui um traço meio datado. Porém ainda não cheguei a ler, logo so posso comentar a respeito disso.

      Não conheço os outros títulos, mas prometo dar uma olhada. Lembrando que o que eu falei foi mais de maneira pessoal, pois no final todos os títulos tem a mesma chance de serem publicados.

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    • Vou meio que me meter na conversa aqui… Sou o Silvio sócio do Raphael, prazer.

      Blade é um caso um pouco complicado pois acredito que a Conrad ainda deva ter os diretos do mesmo, porém esta na lista.

      Sanctuary, Akira, e o previamente mencionado Blade (Mujen no Juunin) dependerão muito das respostas sobre Lançamentos de títulos cancelados por outras editoras por aqui, o mercado virtual nós vemos como uma alternativa viável pra a publicação de títulos com um publico mais seleto de leitores. Se as respostas forem positivas nesse caso é certeza que traremos o máximo de mangás que não puderam encontrar sua conclusão em sua primeira passagem pelo país.

      Quanto a Mai,se for o título que estou pensando (Mai, the Psychic Girl por KUDOU Kazuya e IKEGAMI Ryoichi) já foi publicado no Brasil no ano de 1992 sob o nome de “Mai, A Garota Sensitiva” pelo selo Abril Jovem da Editora Abril, e foi concluído no mesmo ano. Por ter sido completado por aqui, teremos que fazer um estudo aprofundado pra ver se vale a pena investir em uma republicação.

      Quanto aos outros títulos mencionados, pode deixar que anotamos suas sugestões e nos esforçaremos para conseguir traze-las para o Brasil.

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      • Caindo de paraquedas também. Mas, apesar de eu mesmo quando respondi o formulário provavelmente só ter comentado sobre títulos longos, imagino que pelo menos no começo, o ideal seria trazer mangás curtos?

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      • Respondendo sua dúvida Ore no Scan, investiremos em títulos curtos sim, assim como em títulos em andamento, porém estamos estudando também as chances de lançar títulos mais longos pois acreditamos que o formato que queremos trabalhar nos de mais segurança para isso.

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  8. Boa iniciativa adorei que surgiu uma nova editora e queria saber quando divulgarão mais novidades sobre a editora e em termos de porcentagem como esta as negociações com os japas tanto em mangá quanto em light novel ? Desde já agradeço e muito sucesso com a editora!

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    • As negociações vão bem, mas não posso dar nada como certo ainda. Mas logo, se tudo der certo, talvez eu tenha novidades sobre os títulos.

      Porem antes dos títulos, ainda esse mês, eu devo revelar mais informações sobre o site.

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  9. Obrigado a vocês Raphael e Sílvio pelas respostas. Sim o título é esse Sílvio, Mai a garota sensitiva. Não sabia que tinha sido concluído aqui no Brasil. Quantos volumes teve? Eu prefiro mangás do estilo seinen que são mais inteligentes em roteiro (pelo menos os que já li) e o mercado editorial brasileiro já está saturado dos estilos shonen e particularmente o único shonen que não me cansou ainda, muito pelo contrário, é o One Piece. Tenho a impressão que os shonens são sempre as mesmas estórias e claro não me identifico mais tão facilmente com os heroizinhos que querem salvar o mundo. Acho os roteiros desses mangás muito bobos e não tenho mais disposição para gastar meu suado dinheiro com eles. Eu sou colecionador não só de quadrinhos como de livros também e prefiro sim o produto físico e não virtual, ainda mais em se tratando de HQ’s pois eles não são só escritos, tem também a arte do desenhista que na minha opinião não dá pra ser tão bem apreciada no produto virtual. Acho que no desenho impresso a arte do desenhista é mais valorizada. Talvez isso seja só uma impressão de um cara da velha guarda como eu, tenho 34 anos, então coloquem a suas opiniões. Quanto aos quadrinhos do continente africano eu também não sei muito o que existe por lá, só sei que o achei na biblioteca perto de casa e li. O título é Negrinha de Olivier Tallec (desenhos) e Jean-Christophe Camus (texto) e a estória é sobre uma garota, Maria, de 13 anos, que tem uma mãe negra e esta por sua vez tem preconceito com outros negros e esconde sua origem humilde da filha. Então se fosse um mangá seria classificado talvez como josei eu acho mas é de longe mais interessante do que MUITA coisa publicada atualmente. O outro título que pretendia comprar(não vou por enquanto pois não sei se a editora vai lançar toda a coleção) é Aya de Yopougon da editora L&PM. Não estranhem se aparecer no questionário mais pedidos a esse respeito pois estou divulgando esse blog e o questionário para os meus amigos que também curtem diferentes HQ’s e partilham da mesma ideia que eu quanto a curiosidade do continente africano. Duas dúvidas Raphael: Primeiro- Vocês pretendem traduzir os mangás direto do japonês ou só de traduções feitas em inglês e francês? Segundo: Qual o problema do traço da autora de Helter Skelter e River’s Edge? Eu os acho particularmente diferentes dos traços que tem por aí e acho que seria uma aposta legal de se fazer. Bom por enquanto é isso, espero que não tenha me estendido muito e enchido o saco de vocês, até.

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    • Mai teve 8 Volumes por aqui, no mercado livre se encontra a série completa, assim como em vários sebos pelo Brasil. Ainda não tive a oportunidade de adquirir minhas cópias, no entanto. Mas estarei fazendo para ver como foi tratado e levarei isso em consideração durante a avaliação de viabilidade do relançamento do título.

      Mangás Shounens são destinados a um publico de faixa etária até uns 16-17 anos, logo é normal leitores mais velhos se cansarem do formato e preferirem os Seinen (que são voltados para o público mais velho). Não se preocupe a Hanabi terá um grande apreço com mangás Seinen, inclusive seu comentário sobre Mai fez-me lembrar de um título que sempre achei ter um temática similar e que está de certa forma fácil de negociar no momento, não posso revelar qual pois teremos que sentar com os japoneses e discuti-lo ainda.

      O formato digital possibilita uma distribuição mais volumosa de títulos com um custo bem mais baixo, sem afetar na qualidade de tradução e edição do mesmo. Porém não se preocupe também queremos agradar os colecionadores, afinal também somos, por isso em nosso formulário nos atemos ao tópico de edições Deluxe (impressas).

      Sobre os HQ’s africanas são algo muito interessante, porém podem ser difíceis de negociar, por ser um mercado pouco explorado/ divulgado mundialmente, logo pode ser mais difícil de encontrarmos contatos para efetuar as negociações. Porém isso não quer dizer que não tentaremos, pelo contrario vamos pesquisar bastante e ver o que podemos fazer.

      Sobre suas dúvidas acho que posso responde-las:

      1 – Sempre buscaremos a fonte. Títulos Japoneses serão traduzidos do Japonês, Estadunidenses/Ingleses do Inglês, Franceses do Francês e etc.

      2 – Não a problema nenhum com os traços de ambos, ele só os achou “datados” para um lançamento para a massas brasileiras, que tem por característica levar o traço em consideração na hora da compra. Porém já o lembrei que estaremos usando um formato que nos possibilita lançar mangás com os tais “traços datados”, com temáticas experimentais e até títulos de longa duração com muito mais segurança que nossa concorrência atual, e está é mais uma vantagem do lançamento virtual.

      Agradecemos muito sua participação, e estamos sempre de portas abertas para responder suas dúvidas.

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    • So uma correção. Eu falei datado a respeito do traço de Mai e Sanctuary. O Silvio se confundiu um pouco na hora. No resto é bem isso que ele disse.

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  10. Gostaria de parabenizá-lo pela iniciativa. Quanto mais gente se envolver no mercado de mangás, melhor pra todos, pois gera maior concorrência e maior quantidade de títulos. Sinto inveja dos americanos que tem uma quantidade de títulos muito maior do que temos aqui (o que faz eu importar bastante).

    O mercado precisa de mais gente e espero que essa iniciativa dê certo, principalmente pela possibilidade de lançarem light novels no futuro, que é o que mais sinto falta no Brasil, e é difícil de encontrar mesmo em inglês, fora as mais populares.

    Vamos ver agora o que acontece antes, se consigo passar das primeiras páginas de Toradora e Jinrui wa Suitai Shimashita (estou estudando japonês justamente pra ter acesso a mais LNs, mas ler esse tipo de coisa é bem mais díficil que mangá), ou se vocês lançam antes, haha.

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    • Obrigado, Vinícius. ^^

      Boa sorte com o curso e a tentativa de leitura. Sei bem como e difícil começar a ler em outra língua, mas com o tempo acaba se tornando algo rotineiro.

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  11. Obrigado pela a atenção, esperarei ansioso pelo anuncio do primeiro título da editora. Se puderem me mande um e-mail avisando.
    Ah! o que significa Hanabi?
    Até mais e boa sorte.

    Rodrigo

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    • Hanabi (花火) significa Fogos-de-Artifício e é escrito com os ideogramas de Flor (花) e Fogo (火). Originalmente era usado no japão para manter os espíritos malignos afastados, não tendo o costume de soltar fogos no ano novo os Hanabi são bastante populares nos festivais de verão (que dura de Julho até agosto no Japão), chegando a arrastar multidões para vê-los como por exemplo o Sumidagawa Hanabi Taikai e o Wakakusa Yamayaki.

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  12. Boa noite Zigfrid gostaria de entrar em contato com vc, me mande um email se possivel: lavimest@hotmail.com

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  13. Estou acompanhando cada nova informação da editora Hanabi. Torço e farei o possível de minha parte para contribuir para o sucesso da editora. 😀

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  14. Vocês estarão trabalhando apenas com traduções e disponibilizações ou estarão abrindo espaço para novas obras ao mercado também?
    Gostaria de entrar em contato com vocês.
    seikamiusnodensetsu@gmail.com

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    • Não entendi muito bem o que quis dizer mas entrarei em contato.

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      • Drake Kariguiri

        A minha pergunta foi sobre a Editora Hanabi. Vocês estarão trabalhando apenas com traduções e disponibilizações de light novels como Sword Art Online ou também trabalharão dando oportunidade para light novels criadas pelo público?

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      • Acho que esse e-mail foi enviado errado. Mas já que estou aqui me responda quando sairá a versão impressa do Godzilla, quanto vai custar e quando começarão a publicar mangás e HQ’s do continente africano? Sim sou eu o chato que bate na mesma ”tecla” Rodrigo. Até.

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    • Não estamos trabalhando com Light Novels japonesas ainda, mas aceitamos envios de qualquer material nacional.

      Se tiver algum projeto pode enviar para contato@editorahanabi.com.br

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  15. rodsaint, esperamos poder publicar dia 31 a versão digital de Godzilla: O Despertar, que será vendida a 2,20. A versão impressa so sairá se o produto vender devido os custos. As outras HQs estamos tentando negociar ao mesmo preço, porém não posso garantir ainda por quanto virão a ser publicadas.

    Quanto as HQs africanas e um assunto um pouco complicado. Dependendo da HQ exigiria um tradutor para o dialeto, logo so seria possível para a Hanabi trazer material que tenha sido publicado em inglês ou que não seja africano mas tenha temática relacionada ao continente.

    Com isso dito, se realmente quiser alguma HQ africana sugiro que nos de indicações de por onde começar a olhar. Eu conheço bastante dos mercados americano, britânico, japonês e coreano, porem nada do africano.

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