Indie-A-tom: Secrets of Rætikon

reatikon

Já se imaginou sendo um pássaro? É comum dizerem que já, ou que no mínimo tem o desejo de voar. Para alguns, aviões são o suficiente, já para outros, como eu, o desejo se estende a um voo com os braços erguidos no melhor estilo Superman.

Mas para aqueles que possuem o tal desejo primitivo, em Secrets of Rætikon é possível encarnar um pássaro. Voar por dentro de cavernas, chocar ovos, dar mergulhos rasantes e ate mesmo dilacerar animais com suas garras, tudo isso em ordem de sobreviver.

No início parece um mundo calmo, sereno, cores vibrantes e animais dóceis pulando entre galhos ou lhe acompanhado em voo. Mas a medida que você avança novas surpresas lhe esperam.

A cada relíquia coletada a jornada parece se tornar mais exaustiva, mais perigosa, e em certos momentos até mesmo sem sentido. Afinal, se estamos desvendando os segredos de Rætikon porque não existem pistas?

O protagonista não fala, não existem seres humanos e todas as mensagens estão codificadas em uma espécie de “hieróglifo”. Nesse último caso, se o jogador tiver paciência, e possível desvendar a escrita coletando runas. O que não foi o meu caso.

Desde cedo notei que o jogo não era grande, e assim resolvi “rushar” movido pela curiosidade. Viajei por esse mundo hostil, quase sendo devorado por linces e descobrindo aos poucos mecânicas nunca explicadas, apesar de intuitivas, em ordem de prosseguir.

Em pouco tempo eu já tinha visto cada detalhe presente no cenário e obviamente libertado cada um dos espíritos, ou era o que eu pensava. Joguei o jogo inteiro achando que eu era um protetor da natureza, afinal não parei para ler uma pedra sequer.

Então com o último objeto em minhas garras, o posicionei no ultimo pilar da relíquia central. Eu havia entendido tudo errado, mas como eu estava ali para desvendar os segredos segui em frente mesmo com um certo receio de minhas ações.

Nesse momento a relíquia se iluminou, raios se alinharam em seu centro e tudo ficou branco. Depois eu nem ao menos consigo descrever o que eu vi. Meu desafio final era algo inimaginável, apesar compreensível para um gamer da minha idade.

Quer saber como o jogo termina? Bem, so mergulhando céu abaixo perante as montanhas de Rætikon e desvendando seus segredos mais obscuros. Realmente um jogo surpreendente e belo a sua própria maneira.

 

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Sobre Zigfrid

Administrador e redator do blog Mangatom. Viciado em games, amante incondicional de quadrinhos e cinéfilo enrustido.

Publicado em 30/11/2014, em Indie-A-tom e marcado como , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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