On the Nanquim: Behemoth

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Apesar de atrasado, aqui está mais um review feito a pedido de uma editora. A bola da vez é a MonkeyBrain, grupo fundando por Chris Roberson e Allison Baker com o intuito de realizar estudos sobre obras de ficção cientifica, fantasia e não ficção.

Foi apenas em 2012 que a empresa decidiu embarcar no mercado de quadrinhos digitais, sendo seus primeiros títulos Amelia Cole, Bandette e The October Girl. Apenas recentemente suas obras mais antigas ganharam versão impressa.

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Porem chega de falar deles, vamos nos focar em Behemoth. Esse título baseado em uma criatura mitológica bíblica cai como uma luva na história. Tudo começa quando Theresa subitamente sofre uma transformação, assim revelando forma e comportamento bestial.

O governo, ou alguma outra organização, se movimenta para capturar a fera em prol do estudo, assim a levando para o cativeiro. Após terminada essa etapa a jovem é transferida para um campo de concentração.

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Por fim, lhe são oferecidas duas opções. Permanecer confinada em um âmbito dominado por criaturas que perderam a humanidade ou se juntar a um grupo militar em ordem de manter sua sanidade por um período maior.

Sua única certeza é a de que não existe uma cura. Cedo ou tarde Theresa devera confrontar sua fera interior ou sucumbir a extintos primitivos. Um enredo interessante, porém sem tempo suficiente para firmar algo.

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Este é o problema de se resenhar algo tão curto. Hora ou outra você acaba ficando sem o que dizer, sobrando apenas uma lista de pontos negativos que futuramente podem ser descartados devido a irrelevância.

Por exemplo, o traço empregado é muito realista para algo nesse estilo. Claramente é meu gosto pessoal falando, porém não deixa de ser um ponto a ser levantado. O enredo parece ser muito infantil, os outros personagens são irrelevantes, etc…

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Resumindo, não tem muito o que realmente dizer sobre o início de Behamoth, e isso por si so é seu maior ponto negativo. A história não fisga o leitor, não proporciona aquele sentimento de “preciso ler mais um”.

Parece tudo muito genérico, dispensável, sem proposito. Realmente o melhor termo para definir este capítulo é “construção de mundo”. Não recebemos informações relevantes nem mesmo da principal.

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Theresa se mostra justamente uma garota jovem, é nada mais. Não existe desenvolvimento. Apesar deu odiar esse tipo de texto, me baseando nesse começo, não tem como recomendar Behemoth.

Espero que tenha curtido, deem um like ai embaixo, siga o blog é não esqueça de comentar.

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Sobre Zigfrid

Administrador e redator do blog Mangatom. Viciado em games, amante incondicional de quadrinhos e cinéfilo enrustido.

Publicado em 18/04/2015, em On the Nanquim, Uncategorized e marcado como , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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