Indie-a-Tom: Full Mojo Rampage

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Vou ser bem sincero. Já faz bastante tempo que não temos resenhas no blog por eu estar doente. Sim, isso acontece, pois apesar do que meus “súditos” pensão eu sou um mero mortal, ao contrário do principal de Full Mojo Rampage.

Por ter praticado muito Vodu este acabou alcançando a imortalidade, ou como prefiro dizer, um estado falso criado para justificar o save e que no decorrer do jogo é desmentido pela narração, deidades e ele próprio.

Nesse game você controla um aprendiz, anulando o motivo ao menos, e deve passar por diversos mundos para agradar as divindades. Como lhe concedem poder, seria mais crível assumir que elas o ressuscitam.

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Não existe um tutorial propriamente dito, talvez por possuir comandos intuitivos, mas não faria mal incluir. Logo que o jogo começa e perceptível uma seta verde, a qual assumimos ser a mira do mause. Descoberto isso não precisa ser um gênio para se movimentar, utilizando o clássico ASDW.

Os poderes místicos concedidos ao jogador devem ser escolhidos, em uma tela anterior ao capítulo, através da seleção de cartas que representam as entidades. Cada uma garante um poder passivo, ou item de suporte, após certa quantidade de kills. Junto vem dois poderes que funcionam a base de cooldown.

Ainda nessa tela e possível escolher alfinetes que garantem boosts e mascaras puramente estéticas. Os pins são adquiridos ao conseguir papeis, que por uma decisão estranha dos desenvolvedores tem de ser ativados para tal. O restante pode ser comprado com moedas, com exceção de certas mascaras, adquiridas através de códigos ou ao derrotar determinado inimigo.

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Após o termino da primeira parte novos boosts, intitulados selos, podem ser comprados. Ao contrário dos alfinetes estes itens são temporário, tendo a duração de um capítulo. Não vejo necessidade do uso, uma vez que o custo é alto.

Tendo passado a tela de seleção embarcamos em um mundo ondem a temática central parece ter sido abandonada, ou simplificada. A seleção de fases e dada por meio de um mapa linear, apesar de gerado aleatoriamente.

Os leveis, criados da mesma forma, se tornam cansativos devido ao tamanho exagerado. Felizmente e possível ampliar o mapa apertando ctrl. Para fechar com chave de ouro a variedade de inimigos e baixa e os objetivos repetitivos, mudando apenas o item que deve ser recolhido ou criatura a ser abatida.

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O restante do jogo é um copy paste do gênero. Cetros com poderes variados, itens que fornecem habilidades passivas – sim, isso tem aos montes – , vendedores e templos para se adquirir… você sabe.

Os chefes ao menos são bem trabalhados, possuindo um visual interessante e boa gama de ataques. O ponto negativo se dá pelo fato de não existir rotação. Você sempre ira enfrentar o mesmo boss, repetidamente, até passar o capítulo. Acredito que so existam quatro, por falar nisso.

Quando se morre apenas os níveis e o que foi comprado na tela inicial se mantem. E necessário repetir todo o trajeto, inúmeras vezes, até que seja possível continuar a história, que é fraca, quase nula, diga-se de passagem.

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Isso não se tornar um empecilho uma vez que a curva de dificuldade se resume ao aumento de inimigos por fase. Basta correr enquanto atira e desvia de projeteis, ou se mantem a uma distância segura. Acredite, isso e algo muito fácil dado o espaço que você possui a seu dispor.

Fora o single existem outros três modos. Um deles é o survivor, que por alguma razão e descrito como um capítulo especial de Halloween. Também temos o co-op online, o qual se encontra morto, dando a possibilidade de jogar apenas com amigos que tenham o game. O último e a missão diária. Apenas mais um mapa random.

O visual e bem trabalhado, e você com certeza ira se divertir inicialmente, para logo após se arrepender e desejar um reembolso. Mas sabe qual a pior? Enquanto estava no early acess o jogo parecia melhor. Possivelmente removeram diversos elementos para acelerar o lançamento ou simplesmente abandonaram o projeto.

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Sobre Zigfrid

Administrador e redator do blog Mangatom. Viciado em games, amante incondicional de quadrinhos e cinéfilo enrustido.

Publicado em 21/06/2015, em Indie-A-tom e marcado como , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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