Indie-A-tom: Race the Sun

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Se você acompanha os joguinhos para celular, seja através de um aparelho android ou IOS, deve ter notado que quando algo faz sucesso milhares de copias baratas transbordam as prateleiras virtuais.

Não seria diferente com os Endless Runner, gênero derivado dos games de plataforma que praticamente surgiu nesses dispositivos, com títulos como Temple Run e BIT.TRIP Runner. São jogos rápidos, muitas vezes sem um objetivo fixo e geralmente com cenários gerados aleatoriamente e de duração infinita, apesar de não ser regra.

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Basicamente você corre sem rumo até dar de cara com um obstáculo. O ponto principal e bater o próprio recorde inúmeras vezes e comparar seu score com outros jogadores. SO FUN!. Para aumentar o tempo de jogatina são incluídos power-ups que podem ser adquiridos de diversas maneiras, so dependendo do jogo, sendo a mais infame as micro transações.

Race the Sun segue algumas, muda outras, mas continua dentro das normas cabíveis para determinar que o jogo e pertencente ao gênero. Nele você controla um planador movido a luz solar que deve correr contra o sol, novamente, alcançando a própria morte após determinado tempo.

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Não existe uma vitória propriamente dita, apenas a satisfação de ter se saído melhor. O mais perto que temos de um objetivo são as missões que alteram o jogo minimamente após alcançar determinado nível.

No geral os poderes, e outras bugigangas, não servem para impulsionar o jogador. Depois de minutos no mesmo percurso executando curvas perigosas e barrel rolls você provavelmente colocara o jogo de lado.

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Os cenários são trocados diariamente, o que talvez não tenha sido a melhor escolha. Acessei o jogo no período de uma semana e a cada nova corrida reparei que sempre estão presentes os mesmos obstáculos.

Sempre vai ter a rampa que te joga em uma bifurcação, cubos enfileirados que se mechem sozinhos, naves alienígenas que soltam bombas, pilastras caindo, moinhos girando, montanhas com longas sombras…

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Você se move rápido, salta, gira, mas nada parece empolgar após 30 mins diários de jogo. Disputar uma corrida contra o pôr-do-sol com um planador solar foi uma ideia genial, porém muito mal executada.

Os mods criados pela comunidade, apesar de muitas vezes injustos, são mais divertidos e melhor trabalhados, em certos aspectos. Caso tenha interesse no jogo sugiro pegar como uma forma de distração moderada.

 

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Sobre Zigfrid

Administrador e redator do blog Mangatom. Viciado em games, amante incondicional de quadrinhos e cinéfilo enrustido.

Publicado em 10/07/2015, em Indie-A-tom e marcado como , , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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