Indie-A-tom: HoPIKo – Plataforma para speedrunners!

HoPIKo foi fornecido ao canal Mangatom pela Laser Dog Games e tem como base a versão para PC, sendo que este foi originalmente lançado em 2015 para aparelhos moveis e em 2016 para Xbox One e Playstation 4.

Dito isso, vamos aos gráficos.

HoPIKo inicialmente parece ser um jogo de plataforma abstrato, porem seu enredo simples, combater vírus que invadiram consoles, logo entrega de que se trata do interior de um aparelho, assim criando uma temática interessante e brincando um pouco com os defeitos que tínhamos nas primeiras gerações, onde uma simples soprada no cartucho dava conta do recado.

E apesar dos inimigos lembrarem espigas e limões… err, ok, so eu?… tá, aham… é, como eu dizia. Os inimigos e as plataformas, mesmo que vagamente, lembram das peças que compõem uma placa, ou algo similar, e tem o look finalizado por um brilho puxado ao neon, o que dá um ar futurista, apesar das referências ao Nintendinho, e que cae como uma luva quando combinadas a trilha sonora.

O que soa estranho, pois estamos falando de chiptunes compostos diretamente no primeiro Game Boy. *20 segs de Música* 8-Bit power bitch! Temos aqui um ritmo alucinante, nostálgico, que muda de acordo com o desempenho do jogador sem parecer forçado, e que lembra inevitavelmente o fantástico Super Hexagon.

Ou melhor, tem de lembrar! Pois estamos falando de um game que testa acima de tudo os seus reflexos e desafia tudo aquilo que sua mente memorizou no decorrer de tantos anos de jogatina. Amigo, aqui a parada é loca!

Em HoPIKo temos de controlar um personagem que não anda, apenas pula, se utilizando apenas da metade de um controle. Analógico esquerdo mira e dispara o salto, enquanto o A lhe arremessa feito um foguete numa direção única.

Um conceito estranho, que so se torna mais difícil devido a este jogo ser praticamente uma sequência de fases para spreedruners. Ou em outros termos, o jogador deve se mover constantemente e em alta velocidade, sobe um cronometro de poucos segundos, e com elementos que forçam essa urgência.

Plataformas que explodem, inimigos perseguidores e lasers são apenas alguns dos muitos obstáculos dessa jornada. E para facilita-la, ainda que pouco, o jogo distribui os leveis de 5 em 5, cada um introduzindo novos elementos, assim inovando constantemente e dando margem para que o jogador aprenda, nem que após 50 tentativas.

No geral HoPIKo é um game raro, que tenta buscar o lado nostálgico, mas sem apelar, apenas reforçando um gênero esquecido pelos Triplo As, e dando um toque único, inovando, criando um ambiente revigorante e cheio de ritmo.

Por tudo isso eu recomendo o jogo a preço de lançamento para aqueles que buscam um verdadeiro desafio, mas que talvez queiram encarrar ele a doses homeopáticas. E para mais informações, como preço e onde comprar, confiram a descrição do vídeo.

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Sobre Zigfrid

Administrador e redator do blog Mangatom. Viciado em games, amante incondicional de quadrinhos e cinéfilo enrustido.

Publicado em 10/01/2017, em Indie-A-tom e marcado como , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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