Indie-A-tom: Downfall – Hotel dos Horrores (+ Sorteio de The Cat Lady)

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Último review do ano! Porém não o ultimo vídeo. Algo que vou entrar em mais detalhes no final do Review de Downfall. Mas antes de prosseguirmos, tenho de parar e falar um pouco a respeito de The Cat Lady, último jogo resenhado. Afinal um é meio que sequência do outro.

Existe uma certa confusão quando se trata de qual jogo deve ser jogado primeiro. Algo que provavelmente gerou o desinteresse no sorteio da key do jogo The Cat Lady, a qual mencionei no ultimo review. E se você deixou de concorrer ao jogo por conta disso, saiba que você cometeu um grave erro. E caso não tenha participado por não ter visto o vídeo até o fim… cara, parabéns. Quase perdeu a chance de ganhar um game de graça.

E digo quase pois eu de burro estou dando a chance de alguém ganhar o jogo The Cat Lady apenas comentando aí embaixo. Lembrando que não é algo para o primeiro a responder, e sim um sorteio. Mas quer saber? Se você responder sozinho e bem capais de ganhar sem sorteio pois eu duvido que tenha mais de um comentário.

Certo, voltando ao assunto. Essa confusão de qual jogo deve ser jogado primeiro vem por conta de existirem 2 Downfall. Um freeware de 2009 e um remake de 2016. Sendo que The Cat Lady saiu em 2012. “Ah, então é obvio. Se um Downfall é remake do outro e The Cat Lady saiu depois do primeiro, o Downfall e preludio e The Cat Lady é sequencia”.

Cara, pior que não. O Downfall freeware, o de 2009, e sim preludio de The Cat Lady, mas o de 2016, apesar de ser remake, é sequência. Ficou confuso, não é? Bem, acontece que The Cat Lady tem referências ao jogo de 2009, o qual possui um único final. Guardem isso, é importante. Já o Downfall remake possui diversos finais, tal qual The Cat Lady, e se aproveitando disso o desenvolvedor resolveu colocar referências a The Cat Lady nos finais do remake.

E agora vem a diferença drástica nas referências, o que ajuda a definir a ordem. Em The Cat Lady a participação de Joe, principal de Downfall, se dá no último capítulo de forma corriqueira, ou seja, e algo tão bem integrado a trama que parece mais uma desculpa para unir os dois jogos no mesmo universo, como se não bastasse os milhares de objetos espalhados pelo game e o próprio prédio.

Somente um detalhe ao final fica estranho, numa rápida cena que mostra Joe atrás de uma parede eliminando o que parece ser a última Sophie, antagonista do jogo Downfall. Não tem cabimento mostrar a cena, mesmo que incompleta. E temo dizer que esta é uma referência direta ao final do jogo de 2009.

Quanto ao remake de 2016, todos os finais, ao menos os que eu tirei, tem Susan e Mitzi participando. Sendo que Susan possui um papel muito importante na trama, mesmo aparecendo brevemente, e caso o jogador não tenha terminado The Cat Lady ocorrera um estranhamento e cortara a imersão. Motivo suficiente para jogar The Cat Lady primeiro.

Quanto a jogar o primeiro Downfall antes de The Cat Lady… eu não recomendo. Pois o jogo de 2016 possui melhores gráficos, dublagem, cenas inéditas e múltiplos finais. Jogar o game freeware so faria você jogar uma versão incompleta. Acredito que este seria melhor deixar como o último jogo a ser visitado, e apenas por curiosidade em ver o que mudou e aproveitar o final original.

Porem isso são apenas sugestões. Você não vai levar nenhum spoiler grandioso se jogar os games fora de ordem, pois eles funcionam perfeitamente como títulos individuais. A ordem irá afetar apenas a sua imersão, como já bem mencionei. Sem contar que a versão freeware não oferece suporte, e por conta disso reforço que prefiram o remake.

E enquanto ainda estamos nessa discussão envolvendo ambos os games, vale mencionar que Downfall e The Cat Lady são praticamente o mesmo jogo em diversos aspectos. O visual muda um pouco, mas o clima e estilo se mantem, assim como o gameplay. Downfall é muito focado nos diálogos e escolhas, deixando a parte referente a point and click mais de lado e descartando quase que completamente a opção de se mesclar itens para criar algo novo.

O que muda, e que deve agradar a muitos, e o enredo. Obvio que ele é diferente, pois aqui controlamos Joe, um rapaz que deve desvendar os segredos de Quiet Haven Hotel enquanto tenta salvar sua esposa Ivy. E para isso ele deve matar 4 encarnações de Sophie, a antagonista do jogo.

Sei que a princípio isso não soa tão diferente de Suzan tentar eliminar os parasitas, mas acredite, e um clima completamente diferente. Primeiro que Downfall é um gore feast. Você verá, queira ou não, cenas de violência extrema. O que cai como uma luva no ambiente desconfortante que usa e abusa do sobrenatural.

Fora isso Downfall apresenta um enredo continuo, e não episódico, o que deixa tudo mais tenso e faz com que todas as suas escolhas ao decorrer do jogo afetem o final. Tanto que existe um marcador de pontuação que indica o quão perto você se encontra da Golden End, ou final verdadeiro.

Sendo este então um jogo para se jogar múltiplas vezes, tal qual The Cat Lady. Um fator que esqueci de mencionar no review anterior. E acreditem, isso importa. Pois apenas tirando a Golden End nos 2 os jogos que você verá a real ligação entre ambas as histórias.

E já que voltamos a tocar em The Cat Lady, a trilha sonora de Downfall não fica atrás. Apenas escutem um pouco da música do trailer que vão saber do que falo.

 

Legal né? Infelizmente Downfall opta por incluir mais músicas instrumentais em momentos de impacto. Não fica ruim, mas pra quem prefere vocais como eu o The Cat Lady ainda ganha fácil.

E acho que isso é tudo. Existe uma personagem extra jogável chamada Agnes, que funciona similar a Mitzi. Nos finais você controla Suzan por um tempo. E eu particularmente gostei muito do clima e dos personagens, exceto do Joe e da Ivy… é. Não curti tão os principais. Mas a Agnes e o enredo compensam muito nesse ponto.

Sendo assim eu recomendo Downfall principalmente para quem tenha terminado The Cat Lady ou que procure um point and click story driven e com um clima extremamente dark e melancólico. E caso não tenha dado para notar pelos reviews, pois as vezes eu acabo sendo sério demais, ambos os jogos são tão bons que entram fácil no meu top 10 de Point and Click e possivelmente nos melhores jogos que eu já joguei.

Downfall se encontra disponível para PC por 22,79, e eu recomendo a preço de lançamento. E por um pouco mais você leva o bundle com todos os jogos da Screen 7. Vou deixar ambos os links ai embaixo na descrição, e também o link para a versão freeware caso prefira ela mesmo depois de tudo que mencionei aqui.

E agora a parte chata, né, não sei. Afinal, quem fica até o fim dos vídeos, né? Mas então, so um aviso rápido. Esse é o último review de 2017, mas vou continuar postando gameplays até o final de Dezembro, sendo que dia 31, se não no início de 2018. Vou postar o vídeo de melhores indies de 2017, logo fiquem de olho pois esse ano teve muito jogão.

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Sobre Zigfrid

Administrador e redator do blog Mangatom. Viciado em games, amante incondicional de quadrinhos e cinéfilo enrustido.

Publicado em 06/12/2017, em Indie-A-tom, Uncategorized e marcado como , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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