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Indie-A-tom: Orbox C

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Eu não consigo virar para alguém e dizer que sou particularmente bom ou ruim num jogo de quebra-cabeça, pois apesar deste ser um gênero que engloba jogos focados em raciocínio lógico, é muito difícil você encontrar um jogo similar ao outro, a não ser que seja uma cópia descarada.

Peguemos como exemplo Portal e Kami. Um é um jogo de plataforma 3D, com foco em portais e posicionamento de cubos. Já o outro é um game minimalista que emula papel e faz com que o jogador tenha de tornar uma imagem de uma única cor. Ambos quebra-cabeças, e ainda assim jogos extremamente diferentes.

É talvez seja por isso que mesmo olhando para Orbox C e pensando “hum, já vi isso em algum lugar”, na pratica é algo completamente diferente. Aqui temos um jogo de quebra-cabeça 2D situado no espaço. Um ponto que muitos reviewers deram como importante, mas que na real é irrelevante. E cujo foco central e mover um cubo em ordem de alcançar seu objetivo.

No começo as missões são apenas se mover do ponto A para o ponto B, prestando atenção no cenário, pois seu cubo continua em movimento constante até colidir com algo, e se não houver um obstáculo você é jogado para fora da área e então é game over.

Mas a medida em que se prossegue são incluídos novos elementos. Como obstáculos temos blocos que surgem, ou que se fecham ao serem atravessados, portais que o teleportam e triângulos que alteram seu trajeto. Já como objetivo são incluídas bombas relógio, gelos que se despedaçam com o mínimo contato, esferas de múltiplos botões e orbs que devem ser coletadas a todo custo.

Como podem ver a variedade é grande, e so isso já bastaria para criar uma boa leva de níveis. Porem cada um desses elementos e combinado cada vez mais, assim aumentando o número de possibilidades e tornando cada cenário único e desafiador.

A curva de dificuldade também se beneficia disso. O início, como já bem mencionei, e simples. Você é introduzido vagarosamente a cada um dos elementos do jogo, e então ele lhe solta, ou faz parecer que te deixa ir sozinho. Porem cada nível seguinte aprimora o anterior. Você nunca se sente perdido. Talvez frustrado. Mas garanto que no dia seguinte, de cabeça fresca, o resultado é outro.

Orbox C é rápido, intuitivo e com uma variedade absurda. Aquele típico game casual, para se jogar numa fila de banco, mas que ainda assim se mostra um desafio digno e que pode até viciar. Perfeito para quem deseja um jogo balanceado, onde desafio e level design se mesclam de maneira perfeita.

Existe uma versão grátis deste, internet a fora, porem se trata de uma versão antiga, menos polida, e com uma curva de dificuldade drástica, o que o torna difícil muito rápido. Ainda assim o começo serve como exemplo do que se esperar, e por isso vou deixar o link para a versão do Newgrounds na descrição. Porem seria melhor irem atrás do demo da versão paga, o qual também deixarei aí embaixo, por razões obvias.

O game se encontra disponível para PC, por 6,29, e o recomendo a preço de lançamento. Infelizmente ainda não existe uma versão disponível para aparelhos moveis.

Indie-A-tom: An Octonaut Odyssey

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

A primeira vista An Octonaut Odyssey parece um jogo relaxante e psicodélico, nos moldes de algo como Dreaming Sara, onde o jogador se move por cenários interligados tentando descobrir um mistério, ou no mínimo um enredo, através do desbravamento e solução de puzzles. Leia o resto deste post

Atom 5: Os Melhores Metroidvanias

 

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É, eu sei, um pouco atrasado, mas aqui está o TOP 5 Metroidvanias. Lembrando que antes de começarmos vamos destrinchar rapidamente o gênero, falando de sua origem e características principais, para assim adentrarmos numa rápida conversa do porque eu gosto tanto dos títulos apresentados. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Kung Fury Street Rage – Hype, hype, hype!

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Se existe algo mais exagerado no mundo dos curtas, eu não sei. Mas tenho certeza de que Kung Fury e um ótimo candidato para melhor comedia nonsense de ação. Um policial fodão combatendo nazis chega nem perto de descrever o quão épico é a porra toda. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Gorescript – Doom Like em Voxel Art

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Ok, está vendo esse game? Tente ignora-lo. Imagine que vivemos num mundo onde Doom jamais recebeu um remake. Melhor ainda, apague de sua memória os novos jogos da franquia Wolfenstein. Se precisar, exploda a Bethesda inteira da sua caixa craniana.

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Passamos de 100 inscritos!

É, eu sei. 100 inscritos… poxa, o que é isso num YouTube da vida? Bem, para mim é muito. Jamais achei que fosse chegar a ter inscritos, quanto mais 100. Não 5, ou 10, 100. Eu já fui em eventos com menos pessoas, acreditem.
 
O ritmo ainda pode estar lento, os vídeos agradam uns, irritam outros, normalmente a mim mesmo. XD Mas ao menos eu estou tentando, estou crescendo, aprendendo, criando vínculos, e eventualmente espero transformar esse pequeno número. Um, dois, não, três zeros! 100.000!
 
Não custa sonhar. =P
 
 vlw

Indie-A-tom: Linelight – O bom e velho minimalismo

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Quando se fala em jogos minimalistas muitos tem em mente algo de aparência simples, sem realmente pensar no trabalho que dá criar o visual, é ainda assim insistem que aquilo aparenta ser algo fácil, ou no mínimo que difere do mainstream. Resumindo, encaram como um projeto de esforço mínimo. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Mr Shift – Ação desenfreada!

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Quando eu era menor os super-heróis eram uma constante na minha vida. Vi muito feira da fruta, flash e mulher-maravilha ao lado de meu pai. Curti as manhãs recheadas de Hanna-Barbera, com Quarteto Fantástico e Homem Elástico, e posteriormente me vi num hype atrás do outro pelo próximo episódio de X-Men e Homem-Aranha. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Flame Over + Sorteio

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Se pensarmos em uma profissão digna de seus integrantes serem chamados de heróis essa certamente e a dos bombeiros. Homens e mulheres corajosos o suficiente para encararem construções em chamas em busca de salvar a vida de terceiros. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Darkarta – O Melhor IHOG já feito!

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Você já ouviu falar de Hidden Object Game? Existem chances de você já ter dado de cara com um ou outro jogo deste gênero, mas conhece-lo a fundo é para poucos, pois é algo voltado a um nicho bem casual. Leia o resto deste post