Indie-A-tom: Mini-Ghost – Realmente Mini

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião por este sugiro ver o vídeo pois este possui leves alterações.

Lembram de Ghost 1.0? Se não, saiba que este é um dos meus jogos favoritos. Um metroidvania carismático e inovador que tive o prazer de fazer um review ano passado e que me conquistou tanto que acabou levando o primeiro lugar no meu top de 2016.

Agora em 2017 Ghost volta em um novo game, um preludio intitulado Mini-Ghost, que além de contar brevemente como se deu o surgimento do plot seguinte também serve como uma homenagem aos games de MSX, um padrão de microcomputadores da década de 80. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: The Search – Uma busca pelo artista interior

The Search é uma daquelas ideias onde fico sem saber se realmente devo ou não considerar um jogo, pois apesar de possuir elementos que considero fundamentais para tal, como liberdade de movimento e obstáculos, pontos que em parte definem o que é gameplay, o apresentado e tão único que é impossível não entrar nesse dilema. Leia o resto deste post

Resenha: Koe no Katachi (A Voz do Silêncio)

Koe no Katachi

Atenção: Esse texto tem como base a obra completa de 2013, assim se referindo ao ocorrido em 7 volumes.

Quando eu termino de ler algo já busco juntar ideias e ir direto escrever, mesmo que saia algo ruim, apenas para registrar o pensamento e depois reescrever contendo aquilo que achei interessante inicialmente. Mas em raras ocasiões a obra me afeta de alguma forma que me impede de realizar tal ato, seja por me fazer sentir triste, eufórico ou pensativo. E no meio disso temos Koe no Katachi, que me deixou… chateado. (?) Leia o resto deste post

“A verdade vos libertará”

Se tivesse de ser professor, seria de Filosofia. A matéria mais difícil de ensinar; como explicar que a Filosofia estuda isto e aquilo igual se diz que Química ou Física estudam os átomos, suas reações e movimentos na natureza? Diferente da Matemática, História ou Química, Filosofia é o único estudo com verbo: filosofar. Para entender o que faz a Filosofia é preciso saber o que faz quem filosofa e quais áreas da natureza ele está preocupado em explicar.  Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Yooka-Layle – A nostalgia da era 64!

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião por este sugiro ver o vídeo pois este possui leves alterações.

Yooka-Layle, Fucking Yooka-Layle. O que falar desse jogo que muita gente mal conhecia, foi no hype e se decepcionou? Eu sei que é estranho começar um review assim, mas muitas das críticas que vejo é de que o jogo é repetitivo, curto, possui mundos massivos e os itens diversos saturam o gameplay. Leia o resto deste post

6 Anos de Mangatom!

6anos

2017, um novo ano, é sabe o que isso significa? Ok… um novo ano. Mas nesse dia? 16 do 4? Números? Não, uma data especial. Nascimento de Charlie Chaplin. Algo que realmente deveríamos comemorar, mas estamos aqui perdendo tempo para celebrar o 6º ano de vida de um blog muito especial, o Mangatom. Leia o resto deste post

Indie-A-Tom: Majotori – Um jogo muito “Daijobu”

O gameplay que vocês veem no vídeo é dos primeiros minutos do jogo Majotori, e preferi deixar assim, sem cortes, para evitar spoiler tanto do enredo como das respostas. Afinal, como podem ver, se trata de um Quiz Game onde seu desempenho decide o destino dos personagens.

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Indie-A-tom: Loot Rascals – 4x, RPG ou TCG?

Visual cartunesco, diversas criaturas estranhas e movimentação por hexágonos, uma combinação que dita Loot Rascals, game que nos foi fornecido pela desenvolvedora Hollow Ponds, como algo casual e do gênero estratégia, assim se assimilando a títulos como Civilization e Age of Wonders, apesar de não ser realmente o caso, e ainda mais a algo como Armello, devido a utilização de cards. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Manipulated – O Maior dos Vícios!


1º de Abril =P

Indie-A-tom: Blossom Tales: The Sleeping King – Zelda Like

Ai, meu deus, mais um clone de Zelda! É assim que vejo as pessoas tratando Blossom Tales: The Sleeping King. E apesar de ser parcialmente verdade, existe mais do que isso do pacote, fazendo do game ser algo parecido, um like, rogue like, sabe. Tá entendendo o meu raciocínio? Algo mais puxado para um gênero que envolve características da franquia clássica do que uma mera cópia desgramada que busca lucro fácil. Leia o resto deste post