Vitrine: Seedtown – Conheça o Diesel Punk BR

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Falar de projetos ainda não publicados é um tanto quanto difícil. Você precisa realmente ter bastante informação sobre o autor, a obra e as vezes até fazer um certo estudo para entender melhor a proposta. Tanto que por isso eu evito falar de notícias aqui no blog, pois acho meio tedioso ler um texto apenas com “autor x lança obra y no local z, feita com materiais A, B e C.”

E ainda assim aqui estou divulgando um projeto do Catarse, pois acredito ter um futuro em cima do pouco que me foi mostrado, e gostaria de dissertar em cima disso. O mangá em questão é Seedtown, de Felipe Fox, um mineiro ainda novato no ramo de HQs, mas que demonstra um talento incrível e tem um background para se apoiar, como podemos ver na afirmação “produção que envolve técnicas tradicionais de desenho, como arte-final com pena e nanquim, e construção de imagens utilizando modelagem 3D”. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Kung Fury Street Rage – Hype, hype, hype!

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Se existe algo mais exagerado no mundo dos curtas, eu não sei. Mas tenho certeza de que Kung Fury e um ótimo candidato para melhor comedia nonsense de ação. Um policial fodão combatendo nazis chega nem perto de descrever o quão épico é a porra toda. Leia o resto deste post

Breve aula de literatura

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“Este é o momento/ em que os cinco sentidos se rebelam/ eles escapariam de bom grado/ como ratos de um navio que afunda”, são versos do poema Cinco homens do poeta polonês Zbigniew Herbert, que continua:

antes que a bala chegue a seu destino
o olho perceberá o voo do projétil
o ouvido registrará o sussurro afiado

as narinas se encherão de fumaça cáustica
uma pétala de sangue roçará o palato
o toque se contrairá e depois afrouxará
agora jazem no chão
cobertos de sombra até os olhos
o pelotão se afasta
suas abotoaduras
e capacetes de aço
estão mais vivos
que os homens prostrados junto ao muro

E o poema segue por mais versos, mas paro por aqui. Basta “as narinas se encherão de fumaça cáustica” e “uma pétala de sangue roçará o palato”. Sem dúvida é uma aula de ponto de vista sobre como fazer o leitor vivenciar o que o personagem vive; neste caso, o momento em que a arma é disparada, “o momento em que os cinco sentidos se rebelam.”  Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Gorescript – Doom Like em Voxel Art

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Ok, está vendo esse game? Tente ignora-lo. Imagine que vivemos num mundo onde Doom jamais recebeu um remake. Melhor ainda, apague de sua memória os novos jogos da franquia Wolfenstein. Se precisar, exploda a Bethesda inteira da sua caixa craniana.

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Passamos de 100 inscritos!

É, eu sei. 100 inscritos… poxa, o que é isso num YouTube da vida? Bem, para mim é muito. Jamais achei que fosse chegar a ter inscritos, quanto mais 100. Não 5, ou 10, 100. Eu já fui em eventos com menos pessoas, acreditem.
 
O ritmo ainda pode estar lento, os vídeos agradam uns, irritam outros, normalmente a mim mesmo. XD Mas ao menos eu estou tentando, estou crescendo, aprendendo, criando vínculos, e eventualmente espero transformar esse pequeno número. Um, dois, não, três zeros! 100.000!
 
Não custa sonhar. =P
 
 vlw

Unboxing – O Novo Mega Drive! (Feat Rodrigo Barros)

Essa coisa chamada tempo

tempo

Existem escritores com um volume de obras conhecidas, obscuras e as que ainda estamos por conhecer, e os escritores que escreveram uma novela e dois romances meio novela, como Kafka, Juan Rulfo, ou até Joyce, dos quais toda a sua obra é isso, cinco, quatro ou três livros. Eu não quero ser como eles, nenhum deles. Mas também não quero ser como um Robert A. Heinlein, Philip K. Dick, ou meio que o Alan Moore, cujo têm uma obra extensa que, no entanto, te faz perguntar: vale a pena ler tudo isso?   Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Linelight – O bom e velho minimalismo

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Quando se fala em jogos minimalistas muitos tem em mente algo de aparência simples, sem realmente pensar no trabalho que dá criar o visual, é ainda assim insistem que aquilo aparenta ser algo fácil, ou no mínimo que difere do mainstream. Resumindo, encaram como um projeto de esforço mínimo. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Mr Shift – Ação desenfreada!

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Quando eu era menor os super-heróis eram uma constante na minha vida. Vi muito feira da fruta, flash e mulher-maravilha ao lado de meu pai. Curti as manhãs recheadas de Hanna-Barbera, com Quarteto Fantástico e Homem Elástico, e posteriormente me vi num hype atrás do outro pelo próximo episódio de X-Men e Homem-Aranha. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Flame Over + Sorteio

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Se pensarmos em uma profissão digna de seus integrantes serem chamados de heróis essa certamente e a dos bombeiros. Homens e mulheres corajosos o suficiente para encararem construções em chamas em busca de salvar a vida de terceiros. Leia o resto deste post