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Ritual prático para invocação da musa

ritual

Toda vez que escrevo sem estar bêbado, ou seja, naturalmente criativo, me analiso da ponta à cabeça e corro a registrar todas as sensações, pensamentos e afins no instante desse milagre para que ele possa ser repetido.

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Crônica: Eterna questão

eterna

Para resolver uma questão. Um infundamento cujo qual ninguém bate a cabeça, pois são príncipes textuais, e teclam como não se teclava. Que escritor, no entanto, foi autoconfiante? Um monte, quem sabe; até penso em um. Porém apesar do perfeccionismo, a autodúvida e sabotagem pertençam uma época alheia à modernidade, são as principais características de uma alma conturbada pela arte. Eis a questão: digitado ou à mão?
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Escrever (e outras coisas) hoje

tv
Então de repente, decido escrever a crônica para o blog — tal qual um operário cumprindo seu trabalho, pois não existe lampejo de inspiração. Logo minha irmã ou qualquer outra pessoa na casa que não tem outro passatempo se não este, liga a televisão e deixa-a ligada, sem nem sequer pousar os olhos no aparelho pelos cinco minutos iniciais! E é aí, com o barulho, o ruído, o volume desnecessariamente alto da TV, na maioria das vezes em programas de estirpe intelectual baixíssima, que começa o meu pesadelo. Leia o resto deste post

Diagnóstico

diagnostico

Por que eu, que escrevo há um tempo considerável, sinto esta ansiedade ao me pôr diante de uma tela em branco; este medo de “dar ruim”, esta insegurança — até mesmo infantil —, de que as pessoas vão me “descobrir” e saberão quem eu sou realmente? Tenho vergonha de me expôr, isso é nítido para quem me conhece e convive comigo. Porém, vivo me revelando pela escrita, a maior ferramenta de dar a alma a tapa. Não sei por que continuo. Leia o resto deste post

Memória Anacrônica

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