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Vlog: Tenho um quote atrás de um quadrinho! Conheça Tê Rex.

Nesse vídeo você confere o quadrinho que eu tenho um quote atrás! Sim, uma frase minha de um texto de review saiu numa publicação brasileira. Não tenho nem palavras pra descrever!

Nesse vídeo você confere o quadrinho que eu tenho um quote atrás! Sim, uma frase minha de um texto de review saiu numa publicação brasileira. Não tenho nem palavras pra descrever tal emoção!

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Texto do Nerd Geek Feelings https://nerdgeekfeelings.com/quadrinhos-te-rex-uma-aventura-nerd-pre-historica/
Gibiteria Diagonal – Infelizmente a loja fechou =/

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3 Tiras – Blue Chair, Lunarbaboon, Safely Endangered

Hoje em dia eu leio muita coisa por meio do celular, mas já foi um tempo em que existia um certo preconceito de minha parte, ou até ignorância eu diria, que me impedia de ir atrás de obras longas, sequenciais, feitas para a leitura especificamente no app. Como é o caso de Gosu, Tower of God, Elf & Warrior e tantas outras obras.

Ainda assim por algum motivo eu não via da mesma forma a leitura das chamadas tirinhas. Não pensava que cansaria a vista, ou que seria difícil de enxergar, ou que tomaria muito de meu tempo. E olha que meu celular não tem uma tela muito ampla. E lá fui eu baixar o app Webtoon.

Meu objetivo inicial era simplesmente passar o tempo do metrô lendo o famoso Blue Chair, mas logo expandi esse “universo” com os títulos Lunarbaboon e Safely Endangered, pois queria um pouco mais de variedade ao passar túnel após túnel dentro de uma lata de sardinha. E é sobre esses três títulos que gostaria de falar brevemente nesse texto. Então vamos lá.

Blue Chair

Se você gosta de tiras e bem capais de já ter se deparado com o garoto de cabelo alaranjado, blusa amarela e calça azul chamado Shen. Ou Shenanigansen, se preferir. O @ que ele vem utilizando a anos no Twitter. Rede social onde me deparei pela primeira vez com o que viria a ser o estilo de Blue Chair.

Voltando ao Webtoon, inicialmente as tiras tinham a proposta de apresentar uma ideia que deveria ser comum, mas que possui uma interpretação maluca, assim gerando o twist que leva a risada. É aquele lance da comedia do imprevisível. Algo tão absurdo que você não tem para onde ir se não rir. E é daí também que surge o título, a cadeira azul. Pois tudo se inicia meio que como uma conversa no divã onde o próprio protagonista se analisa e se auto responde, levando a toda essa doideira que me agrada tanto.

Com o tempo a cadeira passou a ser personagem, outros personagens foram criados, o próprio shen virou diversas entidades, e no fim a cadeira meio que sumiu, e para o melhor. Foi meio que removida a limitação causada pelo objeto e pela ideia de pensamento e questionamento, assim dando a liberdade necessária para extravasar ainda mais e romper limites, até mesmo transitando entre gêneros.

Comedia, ação, terror, drama. Um pouco de cada, mas na dose certa para causar alguma reação. Eu fiquei empolgado, tive medo e me emocionei fortemente. Blue Chair e algo realmente a parte, e faz jus ao próprio sucesso. Sendo minha parte favorita o conto do pequeno bombeiro. Quando chegar lá você vai entender.

Lunarbaboon

Eu ter ido ler Lunarbaboon se deve graças a um amigo meu. Eu via ele compartilhando momentos desse HQ e fui atrás na primeira oportunidade. Aqui a comedia continua tendo um foco muito grande, mas o clima é definitivamente outro se comparado a Blue Chair.

Lunarbaboon é um nome estranho, não é? Parece algo criado por uma criança. E talvez seja. Pois essa tira tem como foco conversar com o leitor sobre o cotidiano de um adulto, casado, pai de 2 crianças. Não é para todos, eu sei. Mas talvez devesse ser, meio que como uma receita de remédio.

Eu gosto bastante desse diferencial de ver o lado positivo de ser adulto e criar um filho, por mais que isso se afaste da minha realidade. Mas acho que a parte que mais me anima nessa tira e ela sempre ser positiva e trazer o melhor de mim à tona. Novamente, é algo que me anima d+. Que parece trazer uma energia extra que eu guardava lá no fundo.

Mas Lunar brilha mesmo é quando toca em assuntos mais abrangentes, e um tema recorrente aqui é a depressão, que parece crescer junto com a gente, como um monstro prestes a tomar nossa vida. Sim, é algo sombrio so de pensar. Mas pensar nisso e ver uma luz ao final do túnel, por mais que em algo desenhado, e possivelmente fictício, faz uma boa diferença. Ainda mais quando se nota que os sentimentos do autor realmente estão ali, em cada traço, em cada dialogo.

Safely Endangered

Esse é o mais maluco dos três. Se Blue Chair extrapola naquilo da comedia do imprevisível, então Safely Endangered vai a níveis cósmicos e transcende ao infinito. Lembra daquele episódio de Os Simpsons em que Homer estica a mão para uma borboleta e o inseto se fecha todo e entra na pele dele? É bem nesse nível. Você realmente não tem como prever o desfecho, e isso que faz dessa tira tão boa.

Ainda assim, ao menos para mim, o ponto alto da obra foi quando o narrador do título, o que “grita” Safely Endangered ao início de cada tira, tomou consciência e quebrou a quarta barreira, tendo seu próprio arco em meio as já malucas tiras semanais.

E eu sinto falta disso, dessa criação de um universo próprio. Algo bem utilizado em Blue Chair. Mas ainda assim não me arrependo de continuar acompanhado essa besteirada magnifica que o cara cria a cada novo capitulo. Eu rio alto lendo esse, e as vezes é bem esse momento, de você cair na gargalhada, que faz o seu dia.

E é isso gente, essas foram as 3 tiras que me fizeram entrar com gosto no mundo dos webtoons, e as primeiras dessa nova serie intitulada “3 tiras”. Falar de tirinhas assim num texto grande, tendo apenas uma como o ponto central e difícil. A não ser que seja algo como Calvin e Haroldo ou Valente, que tem aquele conteúdo a mais para refletir ou que realmente possui um enredo.

So que isso é raro, e eu mesmo não tenho esse entusiasmo todo para pegar e fazer 2 ou 3 páginas sobre uma tirinha, a não ser que o material me surpreenda tanto quanto Tê Rex, a qual eu resenhei solo aqui no blog. E mesmo falar de Tê foi difícil, acreditem. Não por ser ruim, longe disso, é ótimo. É mais uma limitação que vejo em mim mesmo quando se trata de obras nesse estilo e que pretendo quebrar, nem que parcialmente, com essa ideia de falar de 3 tiras simultaneamente.

Eu acho que vai dar bom, ou assim espero. E você, curtiu a ideia? Tem sugestão de alguma tira para a gente olhar? Vai fundo e comenta ae!

Vou voltar a escrever sobre animações

Review de anime no YouTube não rola.


Alguns dos vídeos publicados no Nanquim Animado

Então, eu já avisei no Twitter, mas deixando claro a todos, eu resolvi desistir do Nanquim Animado. Para quem estava por fora, o NaAn, como gosto de chamar, era um canal focado em animes que eu criei esse ano. E no começo foi tudo às mil maravilhas. Eu acho que daria certo, não nego. Mas por mais que eu fosse elogiado ou recebesse um “sempre fui fã” eu não sabia como escapar dos flags e strikes.

Colocando em contexto, quando se faz o upload de um vídeo ao YouTube, a plataforma analisa o seu vídeo para ver se está de acordo com as regras. Simultaneamente bots analisam o vídeo em busca de conteúdo que possa ferir direitos autorais. Coisas como anime, música, e até imagens ou logomarcas podem ferir esses direitos. E uma vez detectado você pode receber um flag ou um strike, dependendo da gravidade.

O flag pode gerar diversas repercussões. Pode proibir o vídeo de ser exibido em certos países, pode reivindicar a monetização, assim pegando todo o dinheiro de dito vídeo, pode remover o áudio por completo, e assim vai. Já o strike remove o vídeo por completo e fica marcado na sua conta. Três strikes e o seu canal inteiro e removido do YouTube.

Como enganar um bot. A ultima solução?

Renderização 3D de um robô tentando solucionar um cubo de madeira

Nos últimos meses, mais precisamente desde Julho, eu venho tentando criar conteúdo pro NaAn. Sakura, Violet Evergarden, Batman, Capitão Cueca, etc. Eu tentei fazer review de tudo que você possa imaginar, mas sempre vinha o maldito flag. Mais precisamente dois. Proibida a exibição e monetização reivindicada. Mas enfim, existem maneiras de passar disso.

A mais conhecida e você contestar o que foi marcado pelo bot com seus próprios argumentos, e por mais que eu saiba como funciona as leis de direitos autorais brasileira e americana, além de regulamentos do próprio YouTube, a minha resposta era sempre negada, digamos. Então sobrava tentar se utilizar de métodos menos ortodoxos.  

Para enganar o bot você pode diminuir o vídeo, espelhar, mudar o tempo, fazer cortes, etc. Eu tentei de tudo até que so me sobrou coisas como deixar o vídeo muito torto ou simplesmente gravar estilo vlog sem algo para ilustrar, e eu realmente não to afim de fazer isso ou buscar mais soluções. Muito menos descartar todo o trabalho que eu fiz e pular para o próximo vídeo. É algo muito frustrante isso.

O blog se chama M A N G A tom, não YouTube.

Algumas das resenhas de mangás que publicamos ao longo dos anos.

Simultâneo a essa minha tentativa falha de virar “influencer de anime” eu vinha tacando para a frente, diria que até nas coxas, o meu canal de jogos indie, o Indie-A-tom. Aos poucos eu consegui recuperar o ritmo, e passei a investir mais em games retro e green content, como é o caso dos vídeos de top.

Porem como vocês devem ter notado isso criou um novo problema. O blog aqui, o Mangatom, virou a casa da mãe joana. Tem de tudo nessa joça, menos conteúdo otaku. No blog chamado M A N G A tom. Onde já se viu isso né? Perdeu-se a identidade do site por completo. Isso pois eu vinha me focando em 3 canais, se contar o canal para o qual trabalho IRL. E sendo um destes um local praticamente inativo.

Ai no final de outubro eu resolvi acabar com essa ideia de vídeo de anime ao mesmo tempo que resolvi me focar mais em leituras de mangás usando do tempo que eu gastava em vão com o NaAn. So que eu to trabalhando, o Indie-A-tom ainda dá um trabalho do caramba e querendo ou não muitos dos mangás bons tem volumes a rodo e eu sou um cara que lê bem devagar.

Porem anime, ou melhor, não so anime, como desenhos e filmes. Seja animação americana, live action ou simplesmente coisa de weebo. São bem mais fáceis de acompanhar e de se chegar ao final, já dando margem para um bom review. Fora ser um conteúdo bem mais popular que mangá.

Eu não vou desistir de escrever sobre mangás. Hello, M A N G A tom. Mas fazer reviews de animes e todo esse resto ae me dá tempo de focar em ler com calma as obras que eu realmente quero trazer para o blog. E é pensando assim que eu oficialmente retomo o quadro On the Screen.

Espero que estejam tão ansiosos quanto eu, e espero que finalmente de certo essa bagaça. Eu mesmo já cansei de ver apenas vídeo embutido na página inicial. Da um nervoso viu.

Alguns dos poucos reviews de anime resenhados no blog

Indie-A-tom: Flywrench – Minimalista e Frenético!

Nesse vídeo você confere o review de Flywrench, um jogo de plataforma de precisão com foco na gravidade que simula um objeto com habilidade de voar, o qual deve atravessar cenários minimalistas feitos de traços de forma rápida e frenética!

Melhores posts de 2016!

posts_2016

Ultimo post do ano. Aquela época maravilhosa que se faz textos rápidos sem proposito ou retrospectivas que não interessam ninguém, apenas o autor. Ainda assim… porque não né? Leia o resto deste post

Indie-a-Tom: Downwell

Confira nossa analise de Downwell, uma mistura entre shmup e plataforma com um personagem equipado com sapatos de metralhadora saído direto da mente dos japoneses da Moppin.

Memória Anacrônica

memoria Leia o resto deste post

Mangatom no Facebook!

Finalmente resolvi criar uma página para o blog, algo que venho adiando a quase 3 anos pois, admito, eu não sei mexer muito bem no face. ^^”
Para acessar basta clicar na imagem abaixo.

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Melhores de 2012!

2012

Eae, fala ai galerinha gente boa. Pra quem não ta sabendo, este e um post especial de Ano Novo, Natal, e seila mais o que XD

Convidei vários amigos para vir aqui e falar quais os animes e mangas que marcaram o ano de 2012, seja este um manga/anime lançado nesse ano ou não.

Os textos estão bem pessoais, então por favor nada de “Ain, não gostei desse, X e melhor, Ain”. Isso aqui e so uma brincadeira entre amigos.

Mas nada impede de você comentar e falar quais foram para você os melhores de 2012 (apesar que ninguém nunca comenta…)

Então vamos logo aos melhores de 2012 começando pelo gostosão aqui (podem vomitar)

Leia o resto deste post