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Indie-A-tom: Linelight – O bom e velho minimalismo

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Quando se fala em jogos minimalistas muitos tem em mente algo de aparência simples, sem realmente pensar no trabalho que dá criar o visual, é ainda assim insistem que aquilo aparenta ser algo fácil, ou no mínimo que difere do mainstream. Resumindo, encaram como um projeto de esforço mínimo.

Ao mesmo tempo que consideram a palavra minimalista sinônimo de mal feito em muitos casos, ou até mesmo preguiçoso. Quando na verdade pouco importa se é 3D ou pixel art. Ser minimalista consiste em se utilizar de poucos elementos, como vemos no clássico moderno Thomas Was Alone, em que controlamos figuras geométricas conscientes.

Um simples jogo de plataforma com foco na jornada, narrador e pensamentos, e ainda assim complexo no que pretende transmitir. Algo experimental, tal qual o relaxante Linelight, que logo em seu trailer entrega se tratar de um game criado da forma mais simples possível. E então vemos uma dança sincronizada de cores e linhas, no que por fim aparenta ser um percurso infinito.

Porem em nenhum momento é entregue que Linelight na verdade e um jogo de puzzle linear, pois apesar da maior parte da jornada ser descobrir soluções o game jamais para, trava, ou te deixa perdido. Existe uma preocupação enorme com a continuidade, assim deixando segredos e desafios em segundo plano.

Para isso cada um dos quebra-cabeças se torna um complemento do anterior, sempre mostrando algo mais avançado, porem nem tanto. Diria que é um ciclo de evolução constante até o termino do mundo, onde a partir do próximo uma mecânica inteiramente nova será apresentada e a anterior terá um uso cada vez mais complexo, assim criando uma curva de dificuldade fenomenal, onde ao fim cada um dos pontos aprendidos se mostra fundamental.

Mas ai vem a dúvida, porque jogar algo assim? Relaxamento seria a resposta mais óbvia. Um ambiente calmo, intelectual, completado pelo som harmonioso e visual cativante, cleam. A outra seria a jornada. Pois apesar não conter texto e ser intuitivo o game trata de passar uma mensagem bem subliminar, a qual certamente terá uma interpretação única para cada jogador.

Ao meu ver, e isso não é spoiler, mas sim achismo, as linhas possuírem características diferentes e ainda assim necessitarem uma da outra para seguir em frente e uma metáfora para a vida. Veja bem, temos de lidar com pessoas diferentes constantemente, algumas agressivas, outras dependentes, e por mais que isso não seja agradável o ciclo continua. Linhas vão é vem, mas constantemente nos deparamos com situações parecidas, e no fim cada uma dessas experiências moldam quem somos e quem são aqueles com que nos deparamos durante a jornada. É quase como se descrevesse um conceito de simbiose.

Logo como podem ver minimalismo difere de algo inútil, preguiçoso, mal feito, ruim. As vezes algo mais simples possui camadas ainda maiores do que produtos de grandes produtoras, e é por isso que me vejo tão apaixonado pelos indies e esse desejo de buscar inovação, não importando o conceito. So falta mais gente enxergar que gráfico não é tudo.

No geral Linelight é um game casual, relaxante, que busca fazer você pensar constantemente ao mesmo tempo que mostra os prazeres atribuídos a está atividade e tenta passar algo único. Uma experiência sem igual a qual recomendo a todos pelo preço de lançamento.

O game se encontra disponível para PC por 19,99 e para PS4 por 9 dólares. É, infelizmente o game ainda não está liberado na PSN brasileira.

Indie-A-tom: Mr Shift – Ação desenfreada!

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Quando eu era menor os super-heróis eram uma constante na minha vida. Vi muito feira da fruta, flash e mulher-maravilha ao lado de meu pai. Curti as manhãs recheadas de Hanna-Barbera, com Quarteto Fantástico e Homem Elástico, e posteriormente me vi num hype atrás do outro pelo próximo episódio de X-Men e Homem-Aranha. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Flame Over + Sorteio

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então, apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião através deste, sugiro assistir ao vídeo pois ele possui leves alterações.

Se pensarmos em uma profissão digna de seus integrantes serem chamados de heróis essa certamente e a dos bombeiros. Homens e mulheres corajosos o suficiente para encararem construções em chamas em busca de salvar a vida de terceiros. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: Yooka-Layle – A nostalgia da era 64!

Atenção: O texto presente aqui é um roteiro de gravação, então apesar de ser perfeitamente possível ver minha opinião por este sugiro ver o vídeo pois este possui leves alterações.

Yooka-Layle, Fucking Yooka-Layle. O que falar desse jogo que muita gente mal conhecia, foi no hype e se decepcionou? Eu sei que é estranho começar um review assim, mas muitas das críticas que vejo é de que o jogo é repetitivo, curto, possui mundos massivos e os itens diversos saturam o gameplay. Leia o resto deste post

Indie-A-tom: HoPIKo – Plataforma para speedrunners!

HoPIKo foi fornecido ao canal Mangatom pela Laser Dog Games e tem como base a versão para PC, sendo que este foi originalmente lançado em 2015 para aparelhos moveis e em 2016 para Xbox One e Playstation 4. Leia o resto deste post

Os Melhores Jogos Indie de 2016

E ae galera, Zigfrid na área, e dessa vez com o TOP INDIE 2016!

Para muitos o ano se resumiu a tretas políticas, terrorismo, desastres e ser xingado por não passar na escola, o que é muito pior que tudo isso. Brincadeiras à parte, eu sempre detestei essas retrospectivas, que parecem ditar que so acontece merda na vida.

Para mim o ano de 2016 se resumiu a fortalecer vínculo com editoras e autores, poder participar de alguns dos eventos mais legais do país e criar este canal, assim adentrando o mundo dos YouTuber, e mais do que isso, conhecendo títulos independentes fantásticos.

Pois bem, então vamos listar esses jogos, por que não? Leia o resto deste post

Indie-A-tom: The Final Station – Maquinista do Apocalipse!

Neste vídeo falamos de The Final Station, um game de ação e sobrevivência num mundo pós-apocalíptico, infestado por criaturas negras como piche, cujo único meio de transporte são as rodovias.

Mais informações na descrição do vídeo.

Indie-A-tom: Oceanhorn – Clone de Wind Waker?

Neste vídeo falamos de Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas, um action RPG nos moldes de Zelda que pode ser melhor descrito como o Wind Waker indie.

Indie-A-tom: Clustertruck

Neste vídeo falamos de Clustertruck, um estranho jogo de plataforma digno de gameplays bisonhos e que eu constantemente confundo com o belo termo Clusterfuck em momentos de raiva.

Indie-A-tom: RIVE

Neste vídeo falamos de RIVE, um platform shooter extremamente hardcore que não deixa a desejar a nenhum bullet hell.