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Essa coisa chamada tempo

Existem escritores com um volume de obras conhecidas, obscuras e as que ainda estamos por conhecer, e os escritores que escreveram uma novela e dois romances meio novela, como Kafka, Juan Rulfo, ou até Joyce, dos quais toda a sua obra é isso, cinco, quatro ou três livros. Eu não quero ser como eles, nenhum deles. Mas também não quero ser como um Robert A. Heinlein, Philip K. Dick, ou meio que o Alan Moore, cujo têm uma obra extensa que, no entanto, te faz perguntar: vale a pena ler tudo isso?   Leia o resto deste post

Desconhecendo o tédio

tedio

Tédio? Eis aí uma coisa que não me abala mais. Há muito tempo já não sei o que ele é. Estou imune e isento dele. Tanto que, quando amigos e conhecidos comentam que se sentem entediados ou não têm nada para fazer, sinto-me um alienígena. Com a internet abrindo milhões de acessos a coisas que alguns anos atrás não seria possível, tenho uma armazenagem de entretenimento impossível de ser zerada numa única reencarnação. Leia o resto deste post

Primeiras Impressões: Transference

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