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Futuro do presente

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Acabei de matar uma barata. Digo, uma baratinha. Não sinto nenhuma culpa por tê-la matado, nem acho que deveria sentir; ao contrário, sinto que galguei alguma coisa, que não sei bem, de aspecto metafísico ao solapá-la com o chinelo contra o chão. Isto não costuma acontecer a quem está ocupado demais lendo textos de blogs — não digo matar a barata, isso todo mundo faz (é até bom que façam), me refiro ao ato de parar pra pensar na morte de um bicho como uma barata e o que ela pode representar. Leia o resto deste post